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rodovias de má qualidade 14/07/2021

A relação entre rodovias de má qualidade e acidentes automotivos

Nós sabemos que a estrutura rodoviária brasileira não está entre as melhores do mundo. E não é preciso ser especialista ou entender do assunto para saber disso; basta dar uma volta por alguma estrada próxima para encontrar problemas. A pior parte de tudo isso é que rodovias de má qualidade podem facilitar a ocorrência de acidentes automotivos.

E é exatamente este o assunto que nós abordamos neste texto. Antes de falarmos sobre a relação, vamos listar algumas estatísticas a respeito das rodovias de má qualidade do Brasil e, por fim, mostrar o que deve ser feito para amenizar o problema.

Continue a leitura e entenda!

 

O Brasil tem muitas rodovias de má qualidade?

Como citamos na introdução, um breve passeio por praticamente qualquer estrada do Brasil mostra que sim. Mas nada melhor que pesquisas que comprovam para ter certeza, certo? Em sua tradicional pesquisa, o Anuário CNT do Transporte, a Confederação Nacional do Transporte descobriu alguns dados interessantes.

De acordo com o estudo, em 2017 o Brasil tinha cerca de 213 mil km de malha rodoviária pavimentada — um aumento de aproximadamente 25% em comparação com 2001. Desses, mais de 60% são classificados como regular, ruim ou péssimo. Em outras palavras, mais da metade das estradas pavimentadas brasileiras estão abaixo do considerado ideal.

Então, sim, é seguro dizer que o Brasil tem muitas rodovias de má qualidade.

 

E qual é a relação disso com os acidentes automotivos?

A relação é direta. No mesmo ano de 2017, em que registrou-se 213 mil km de rodovias pavimentadas, sendo 60% de baixa qualidade, a mesma pesquisa mostrou que quase 90 mil acidentes ocorreram ao redor do país. Para se ter uma ideia, isso representa mais de 200 acidentes por dia.

Quando analisamos as regiões do país, a relação entre as rodovias de má qualidade e os acidentes automotivos fica ainda mais evidente. Foi constatado que as piores rodovias brasileiras ficam no Norte e no Nordeste.

Não à toa, a região Nordeste foi a que registrou mais acidentes fatais em 2017 — mais de 32% dos acidentes com mortes no Brasil foram na região.

 

O que deve ser feito?

Para que este problema seja resolvido — ou pelo menos amenizado —, o cenário ideal é a recuperação dos pavimentos de baixa qualidade e, posteriormente, a construção de estradas de alta qualidade. No entanto, nós sabemos que este é um problema de difícil resolução.

Infelizmente, projetos equivocados, falta de balança de controle, ausência de manutenções preventivas e ainda a baixa quantidade de empresas executoras que investem em tecnologia e mão de obra para a execução de obras do tipo fazem com que as estradas se deteriorem rapidamente.

Neste sentido, vale ressaltar que no DNA da Britagem Vogelsanger está a busca incansável por melhorias, seja em tecnologia aplicada nos equipamentos ou ainda na mão de obra. 

Contudo, enquanto não se resolve o problema relacionado às estradas, cabe aos motoristas a adoção de medidas para evitar que o pior aconteça. Sempre que vir que uma estrada é de baixa qualidade, redobre os cuidados. Além disso, é fundamental nunca deixar de seguir as regras de trânsito — tanto para o seu bem quanto para o dos outros condutores.

 

E você, observa muitas rodovias de má qualidade onde mora? Lembre-se de tomar cuidado sempre! Caso tenha gostado do texto e queira receber mais conteúdo, siga a Britagem Vogelsanger no Facebook e no Instagram!

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